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quinta-feira, 2 de outubro de 2025

A POET FROM BRASIL

A MORTE III A morte não tem gosto, Nem cheiro e nem tempero, Mas deixa a sua marca Durante o tempo inteiro. Rápida como relâmpago Não manda mensageiro, Porque não avisa a hora que irá passar Levando todo tipo de passageiro; Como se pode observar, Para a morte não há fronteira Transforma a pó da terra Como se fosse uma brincadeira? A MORTE IV A morte é infinita E não perdoa a ninguém; Não tem alma e coração. Quando vem, leva as pessoas sem a mínima explicação. Ela não respeita o pobre e nem o rico Porque o sua única razão É levar consigo a quem nos quer bem. Às vezes nos parece covarde, Porque não avisa o dia e á hora, Tirando-nos todo tipo de sorte Deixando saudade afora. AMB.DR.JOCARLOS GASPAR DOCTOR OF LITERATURE (LITT.D)

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